Testado e aprovado!
Risoto com alface e salmão fresco
Ingredientes:
2 pés de alface lisa
1 colher (sopa) de cebola picada
3 colheres (sopa) de manteiga
380 g de arroz carnaroli (ou arbóreo) sem lavar
1/2 xícara (chá) de vinho branco seco
280 g de salmão fresco em pedaços
2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
1 e 1/2 litro de caldo de peixe
caldo de peixe (dá para comprar pronto em tabletes)
2 litros de água fria
1 kg de ossos de peixe
100 g de cenoura em pedaços
150 g de cebola em pedaços
100 g de salsão em pedaços
100 g de alho-poró em rodelas
3 colheres (sopa) azeite de oliva
1 maço de ervas aromáticas
sal e pimenta-do-reino a gosto
Modo de Preparo:
Em uma panela, refogue as folhas mais graúdas da alface com 1/4 de xícara (chá) de caldo de peixe e bata no liquidificador até formar um creme homogêneo.
Reserve o broto de alface, cortado em tiras bem finas. Em outra panela, doure a cebola na metade da manteiga, acrescente o arroz e refogue por alguns minutos.
Adicione o vinho branco e deixe evaporar em fogo alto. Junte, aos poucos, o caldo de peixe quase em ponto de fervura, mexendo de vez em quando. À medida que o arroz for secando, coloque mais caldo.
Depois de 12 minutos, junte o salmão e o creme de alface. Cozinhe por mais 4 ou 5 minutos.
Retire do fogo e acrescente os brotos de alface, o restante da manteiga e o parmesão ralado e misture bem.
Sirva imediatamente.
Para o caldo de peixe, corte os ossos do peixe e deixe durante 15 minutos de molho em água fria. Em uma panela, refogue a cenoura, a cebola, o salsão e o alho-poró no azeite. Junte a água fria, os ossos de peixe escorridos e as ervas. Tempere com sal e pimenta-do-reino e deixe ferver por 20 minutos. Retire a espuma e passe por uma peneira sem amassar. Volte ao fogo por mais 10 minutos. Fonte: Revista Água na Boca
sexta-feira, 11 de junho de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
Você sabe quais as principais diferenças entre os cultivos: ORGÂNICO e HIDROPÔNICO?
O cultivo orgânico é um ótimo processo de cultivo baseado em uma série de regras e cuidados relacionados ao plantio, ao manejo, a nutrição das plantas, e aos defensivos. O produtor precisa obter um selo de certificação orgânica para poder vender seus produtos com a nomenclatura orgânica.
Já a cultura hidropônica é uma cultura que substitui o uso do solo por água, e é cultivada em ambiente protegido. Todos os nutrientes são adicionados na água, que precisa necessariamente estar limpa e com o seu Ph e sua condutividade em perfeito equilíbrio. Existem 3 tipos principais de cultivo hidropônico: 1) Em mesas com água corrente 2) por flutuação 3) por gotejamento.
Ambas as técnicas são muito eficientes e perfeitamente seguras e saudáveis. Um dos pilares principais de ambas é a NUTRIÇÃO DAS PLANTAS. Em pessoas, um corpo saudável, protegido e bem nutrido, está menos suscetível a doenças. Com plantas acontece o mesmo. Por isso tanto o método orgânico quanto hidropônico são ótimas alternativas. Você não sai tomando remédio sem necessidade, certo? O mesmo acontece nas duas alternativas de cultivo. Ainda assim, a cultura orgânica tem seus rígidos procedimentos para proteger as plantas dependendo do tipo de doença, praga ou fungo. O método hidropônico vale-se da proteção das estufas para garantir menor incidência de ataques, doenças e fungos. Existem defensivos verdes e orgânicos para casos mais extremos que são utilizados nas duas metodologias.
Os produtores orgânicos são críticos da hidroponia pela técnica em geral, a começar pela falta de certificação, manipulação, ausência do solo, e adição dos nutrientes. Os produtores hidropônicos criticam os orgânicos pela ineficiência do processo, e os riscos que um país tropical, como o Brasil, oferece a este tipo de manejo, uma vez que a incidência de pragas é maior que em países de clima temperado. Fora isso, o método orgânico requer áreas muito maiores que o método hidropônico.
Somos produtores hidropônicos em Sorocaba (Hidroponia Palo Palo). Nosso vídeo no Youtube é 1º na lista quando se busca vídeos ligados a hidroponia:
http://www.youtube.com/watch?v=16BbyOnQVME
Resumindo, tanto os hidropônicos quanto os orgânicos apresentam grandes qualidades. Cada um dentro da sua filosofia, mas sem dúvida, muito superiores que os produtos convencionais (“da terra”).
Já a cultura hidropônica é uma cultura que substitui o uso do solo por água, e é cultivada em ambiente protegido. Todos os nutrientes são adicionados na água, que precisa necessariamente estar limpa e com o seu Ph e sua condutividade em perfeito equilíbrio. Existem 3 tipos principais de cultivo hidropônico: 1) Em mesas com água corrente 2) por flutuação 3) por gotejamento.
Ambas as técnicas são muito eficientes e perfeitamente seguras e saudáveis. Um dos pilares principais de ambas é a NUTRIÇÃO DAS PLANTAS. Em pessoas, um corpo saudável, protegido e bem nutrido, está menos suscetível a doenças. Com plantas acontece o mesmo. Por isso tanto o método orgânico quanto hidropônico são ótimas alternativas. Você não sai tomando remédio sem necessidade, certo? O mesmo acontece nas duas alternativas de cultivo. Ainda assim, a cultura orgânica tem seus rígidos procedimentos para proteger as plantas dependendo do tipo de doença, praga ou fungo. O método hidropônico vale-se da proteção das estufas para garantir menor incidência de ataques, doenças e fungos. Existem defensivos verdes e orgânicos para casos mais extremos que são utilizados nas duas metodologias.
Os produtores orgânicos são críticos da hidroponia pela técnica em geral, a começar pela falta de certificação, manipulação, ausência do solo, e adição dos nutrientes. Os produtores hidropônicos criticam os orgânicos pela ineficiência do processo, e os riscos que um país tropical, como o Brasil, oferece a este tipo de manejo, uma vez que a incidência de pragas é maior que em países de clima temperado. Fora isso, o método orgânico requer áreas muito maiores que o método hidropônico.
Somos produtores hidropônicos em Sorocaba (Hidroponia Palo Palo). Nosso vídeo no Youtube é 1º na lista quando se busca vídeos ligados a hidroponia:
http://www.youtube.com/watch?v=16BbyOnQVME
Resumindo, tanto os hidropônicos quanto os orgânicos apresentam grandes qualidades. Cada um dentro da sua filosofia, mas sem dúvida, muito superiores que os produtos convencionais (“da terra”).
Molho Pesto: Delicioso, rápido, saudavel e versátil.
O pesto é um molho/acompanhamento muito versátil, e bastante saudável (exceto pelo queijo parmesão). Pense bem: manjericão (ou rúcula), azeite de oliva, nozes (ou pistache, ou castanha do Pará), alho. Além dos ingredientes saudabilíssimos, por ser um molho cru, os ingredientes estão com suas propriedades preservadas. Em fim, é delicioso, e faz bem. Por último, leva 5 minutos fazê-lo...
Temos explorado bastante a versatilidade do pesto. Além do tradicionalíssimo molho Pesto Genovese para massas, dependendo da consistência, é um ótimo patê, um molho delicioso para um peixe sem graça, perfeito na pizza, ou até um ótimo acompanhamento para churrasco.
A receita é uma baba. Originalmente se faz com um pilão, mas dá para fazer de forma bem mais simples no liquidificador ou processador.
• 1 maço de Manjericão
• Azeite de Oliva
• Um punhadinho de nozes (ou pistache, ou castanhas do Pará)
• 1 dente de Alho
• Queijo parmesão
• (se quiser) sal e pimenta do reino
Bata os ingredientes. O azeite dará a consistência que você quiser. Podendo complementar com uma pitada de leite ou creme de leite.
Outra coisa legal. O pesto mais tradicional é o de manjericão, mas pode-se fazer de rúcula, azeitonas, tomate seco, pimentões, entre outros ingredientes. O processo é praticamente o mesmo.
Veja o ótimo link do Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=56I8mSx9_BQ
Pesquise outras receitas na internet.
Temos explorado bastante a versatilidade do pesto. Além do tradicionalíssimo molho Pesto Genovese para massas, dependendo da consistência, é um ótimo patê, um molho delicioso para um peixe sem graça, perfeito na pizza, ou até um ótimo acompanhamento para churrasco.
A receita é uma baba. Originalmente se faz com um pilão, mas dá para fazer de forma bem mais simples no liquidificador ou processador.
• 1 maço de Manjericão
• Azeite de Oliva
• Um punhadinho de nozes (ou pistache, ou castanhas do Pará)
• 1 dente de Alho
• Queijo parmesão
• (se quiser) sal e pimenta do reino
Bata os ingredientes. O azeite dará a consistência que você quiser. Podendo complementar com uma pitada de leite ou creme de leite.
Outra coisa legal. O pesto mais tradicional é o de manjericão, mas pode-se fazer de rúcula, azeitonas, tomate seco, pimentões, entre outros ingredientes. O processo é praticamente o mesmo.
Veja o ótimo link do Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=56I8mSx9_BQ
Pesquise outras receitas na internet.
segunda-feira, 29 de março de 2010
A nossa última grande descoberta: PIZZA GRELHADA
Neste final de semana experimentei algo que possivelmente irá se tornar uma tradição no meu sítio: PIZZA GRELHADA.
Eu não costumo comprar livros de receita importados traduzidos (especialmente os baratos), por que geralmente são receitas rebuscadas, e volta e meia utilizam ingredientes difíceis de encontrar em qualquer supermercado. A minha filosofia gastronômica, e motivo deste blog são as receitas simples (preferencialmente grelhadas) e que envolvam um ritual gostoso.
Recentemente comprei um desses livrinhos traduzidos da Publifolha sobre pizzas, e me surpreendi não pelas receitas (muitas rebuscadas), mas pela novidade da PIZZA GRELHADA. Além disso, a receita da massa deste livro é interessante, por que leva além da farinha de trigo, um pouco de fubá, e farinha de trigo integral. A massa ficou bem gostosa, e a técnica grelhada....um show!
O pessoal me olhou com desconfiança quando propus fazer a pizza na churrasqueira, enquanto o meu irmão pilotava o tradicional churrasco uruguaio, a base de lenha, abri a massa e a coloquei na grelha. No começo achei que não fosse funcionar por que a massa começou a dobrar nos vãos da grelha. Essa preocupação durou 10 segundos, por que em seguida a massa ficou mais firme e uniforme.
A grande sacada da técnica deste livro é que você só assa de um lado, e ai vem a melhor parte, você vira a massa e coloca o recheio sobre o lado assado.... Como a primeira massa que eu fiz ficou bem torradinha, achei que fosse ficar um fiasco. Muito pelo contrario, O lado assado não encharca com o molho de tomate, mas ao mesmo tempo não fica duro, fica aquele crocante leve que quebra com facilidade. Um espetáculo. O outro lado legal de se virar a massa, é que permite que ambos os lados da pizza sejam assados adequadamente. É importante lembrar que, diferente de um forno de pizza, na churrasqueira o calor está muito concentrado em baixo, portanto se você não virar a massa, ela ficará crua por cima, e se você assar os dois lados antes de colocar o recheio, a massa vai ficar muito torrada.
A noite testei a idéia de virar a massa ao fazer no forno da cozinha (Sempre uso pedra refratária), e deu super certo. Ninguém mais fez o tradicional comentário: “está uma delícia, mas a massa poderia ter ficado um pouco mais...”
Revisão 1 (Fev 2011): Depois de umas tantas rodadas de pizzadas que organizei em SP e no sítio, percebi que para garantir boas pizzas do começo ao fim da noite é preciso manter a churrasqueira bem quente (não precisa parecer um incêndio). Portanto, é fundamental ficar de olho no carvão, e a cada tanto, adicionar mais carvão. Quando se assa a pizza na churrasqueira com aquela brasinha média, a massa fica dura por dentro
Revisão 2 (Fev 2011): A massa fina é mais difícil de manusear, porém, é a que fica mais gostosa. Eu prefiro massa "normal" quando vou a uma pizzaria, mas na churrasqueira (ou mesmo no forno de casa), é mais difícil fazer a massa grossa do que fazer a fina. Já tentei várias vezes, e nunca me convenceu...
Revisão 3 (Fev 2011): Para dar um aroma diferente você pode jogar um pedaço de lenha no fundo da churrasqueira, as em contato com a brasa. Vai levantar um pouco de fumaça, e dará um aroma levemente defumado a pizza. Fica bom. Geralmente é fácil encontrar lenha para lareira em postos de gasolina, e grandes supermercados.
Essa vai para o meu livro de receitas!
Eu não costumo comprar livros de receita importados traduzidos (especialmente os baratos), por que geralmente são receitas rebuscadas, e volta e meia utilizam ingredientes difíceis de encontrar em qualquer supermercado. A minha filosofia gastronômica, e motivo deste blog são as receitas simples (preferencialmente grelhadas) e que envolvam um ritual gostoso.
Recentemente comprei um desses livrinhos traduzidos da Publifolha sobre pizzas, e me surpreendi não pelas receitas (muitas rebuscadas), mas pela novidade da PIZZA GRELHADA. Além disso, a receita da massa deste livro é interessante, por que leva além da farinha de trigo, um pouco de fubá, e farinha de trigo integral. A massa ficou bem gostosa, e a técnica grelhada....um show!
O pessoal me olhou com desconfiança quando propus fazer a pizza na churrasqueira, enquanto o meu irmão pilotava o tradicional churrasco uruguaio, a base de lenha, abri a massa e a coloquei na grelha. No começo achei que não fosse funcionar por que a massa começou a dobrar nos vãos da grelha. Essa preocupação durou 10 segundos, por que em seguida a massa ficou mais firme e uniforme.
A grande sacada da técnica deste livro é que você só assa de um lado, e ai vem a melhor parte, você vira a massa e coloca o recheio sobre o lado assado.... Como a primeira massa que eu fiz ficou bem torradinha, achei que fosse ficar um fiasco. Muito pelo contrario, O lado assado não encharca com o molho de tomate, mas ao mesmo tempo não fica duro, fica aquele crocante leve que quebra com facilidade. Um espetáculo. O outro lado legal de se virar a massa, é que permite que ambos os lados da pizza sejam assados adequadamente. É importante lembrar que, diferente de um forno de pizza, na churrasqueira o calor está muito concentrado em baixo, portanto se você não virar a massa, ela ficará crua por cima, e se você assar os dois lados antes de colocar o recheio, a massa vai ficar muito torrada.
A noite testei a idéia de virar a massa ao fazer no forno da cozinha (Sempre uso pedra refratária), e deu super certo. Ninguém mais fez o tradicional comentário: “está uma delícia, mas a massa poderia ter ficado um pouco mais...”
Revisão 1 (Fev 2011): Depois de umas tantas rodadas de pizzadas que organizei em SP e no sítio, percebi que para garantir boas pizzas do começo ao fim da noite é preciso manter a churrasqueira bem quente (não precisa parecer um incêndio). Portanto, é fundamental ficar de olho no carvão, e a cada tanto, adicionar mais carvão. Quando se assa a pizza na churrasqueira com aquela brasinha média, a massa fica dura por dentro
Revisão 2 (Fev 2011): A massa fina é mais difícil de manusear, porém, é a que fica mais gostosa. Eu prefiro massa "normal" quando vou a uma pizzaria, mas na churrasqueira (ou mesmo no forno de casa), é mais difícil fazer a massa grossa do que fazer a fina. Já tentei várias vezes, e nunca me convenceu...
Revisão 3 (Fev 2011): Para dar um aroma diferente você pode jogar um pedaço de lenha no fundo da churrasqueira, as em contato com a brasa. Vai levantar um pouco de fumaça, e dará um aroma levemente defumado a pizza. Fica bom. Geralmente é fácil encontrar lenha para lareira em postos de gasolina, e grandes supermercados.
Essa vai para o meu livro de receitas!
Que terapia! fazer pizza com o filho de 4 anos
Ontem foi um dia especial. Meu filho de 4 anos preparou a sua primeira pizza sozinho, e a deu para o seu padrinho.
Eu dei a ele uma bolinha de massa, e ele abriu direitinho, depois colocou o molho, o queijo, um pouco de peito de perú, e champignon. Ficou ótima!
Claro que eu fui dando umas ajustadinhas aqui e ali, mas o merito foi todo dele!!!Que terapia! E tem gente que fala que fazer a massa dá trabalho.... Ah, ele também me ajudou a prepara a massa, misturando os ingredientes e sovando a massa.
Eu dei a ele uma bolinha de massa, e ele abriu direitinho, depois colocou o molho, o queijo, um pouco de peito de perú, e champignon. Ficou ótima!
Claro que eu fui dando umas ajustadinhas aqui e ali, mas o merito foi todo dele!!!Que terapia! E tem gente que fala que fazer a massa dá trabalho.... Ah, ele também me ajudou a prepara a massa, misturando os ingredientes e sovando a massa.
quinta-feira, 11 de março de 2010
O jeito mais rápido de gelar cerveja
Essa é manjada, mas alguém ainda não sabe, aí vai:
Em um isopor, balde, pia de lavanderia, ou qualque recipiente grande, coloque a cerveja no fundo e cubra de gelo. Até aqui, nenhuma novidade.
O pessoal do Mithbusters resolveu explorar cientificamente se os mitos de 1) colocar água, ou 2) colocar sal, realmente melhoravam o tempo de resfriamento.
indo direto ao resultado:
1o lugar: GELO + ÁGUA + SAL
A diferença foi surpeendente!
2o lugar: GELO + ÁGUA
E amargando o 3o lugar com um tempo de resfriamento bem inferior, SOMENTE GELO...
Se algum cético não acreditar, é só procurar o teste no Youtube
Em um isopor, balde, pia de lavanderia, ou qualque recipiente grande, coloque a cerveja no fundo e cubra de gelo. Até aqui, nenhuma novidade.
O pessoal do Mithbusters resolveu explorar cientificamente se os mitos de 1) colocar água, ou 2) colocar sal, realmente melhoravam o tempo de resfriamento.
indo direto ao resultado:
1o lugar: GELO + ÁGUA + SAL
A diferença foi surpeendente!
2o lugar: GELO + ÁGUA
E amargando o 3o lugar com um tempo de resfriamento bem inferior, SOMENTE GELO...
Se algum cético não acreditar, é só procurar o teste no Youtube
quarta-feira, 3 de março de 2010
Café descafeinado vs Cerveja sem alcool
Não sei se vocês já viram aquele programa do Discovery Channel chamado "Duelo Mortal", em que eles comparam feras totalmente diferentes por meio de uma simulação mecânica? por exemplo, eles analizam com seria o duelo entre um urso polar e um tigre dentes de sabre, e recriam os animais levando em consiração as particularidades de cada um deles.... Coisa de gringo, que não sabe o que fazer com tanta grana.
No meu capítulo "Duelo Mortal Fluido" decidi colocar, frente a frente, dois seres que inspiram pouca confiança das pessoas comuns: o Café Descafeinado versus a Cerveja Sem Alcool.
Minha mãe não bebe alcool, e o meu pai cortou recentemente. Por isso eles compram cerveja sem alcool. E já compraram várias marcas diferentes. Disparado no frente, a melhor, é se a menor sombra de dúvidas, a Coca Light. Não tem para ninguém. Cerveja sem alcool, ou caipirinha sem alcool, são como comparar o homem e o macaco. Tem muito em comum, mas, não são da mesma espécie.
Já o café descafeinado, na minha opinião, é uma ótima alternativa ao café. Especialmente a noite. Inclusive desafio os mais entendidos amadores a um teste cego. Quero ver identificar o descafeinado em meio a diferentes alternativas de café.
Agora, faz um teste cego entre cerveja com e sem alcool... Não precisa nem provar.....
No meu capítulo "Duelo Mortal Fluido" decidi colocar, frente a frente, dois seres que inspiram pouca confiança das pessoas comuns: o Café Descafeinado versus a Cerveja Sem Alcool.
Minha mãe não bebe alcool, e o meu pai cortou recentemente. Por isso eles compram cerveja sem alcool. E já compraram várias marcas diferentes. Disparado no frente, a melhor, é se a menor sombra de dúvidas, a Coca Light. Não tem para ninguém. Cerveja sem alcool, ou caipirinha sem alcool, são como comparar o homem e o macaco. Tem muito em comum, mas, não são da mesma espécie.
Já o café descafeinado, na minha opinião, é uma ótima alternativa ao café. Especialmente a noite. Inclusive desafio os mais entendidos amadores a um teste cego. Quero ver identificar o descafeinado em meio a diferentes alternativas de café.
Agora, faz um teste cego entre cerveja com e sem alcool... Não precisa nem provar.....
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