Neste final de semana experimentei algo que possivelmente irá se tornar uma tradição no meu sítio: PIZZA GRELHADA.
Eu não costumo comprar livros de receita importados traduzidos (especialmente os baratos), por que geralmente são receitas rebuscadas, e volta e meia utilizam ingredientes difíceis de encontrar em qualquer supermercado. A minha filosofia gastronômica, e motivo deste blog são as receitas simples (preferencialmente grelhadas) e que envolvam um ritual gostoso.
Recentemente comprei um desses livrinhos traduzidos da Publifolha sobre pizzas, e me surpreendi não pelas receitas (muitas rebuscadas), mas pela novidade da PIZZA GRELHADA. Além disso, a receita da massa deste livro é interessante, por que leva além da farinha de trigo, um pouco de fubá, e farinha de trigo integral. A massa ficou bem gostosa, e a técnica grelhada....um show!
O pessoal me olhou com desconfiança quando propus fazer a pizza na churrasqueira, enquanto o meu irmão pilotava o tradicional churrasco uruguaio, a base de lenha, abri a massa e a coloquei na grelha. No começo achei que não fosse funcionar por que a massa começou a dobrar nos vãos da grelha. Essa preocupação durou 10 segundos, por que em seguida a massa ficou mais firme e uniforme.
A grande sacada da técnica deste livro é que você só assa de um lado, e ai vem a melhor parte, você vira a massa e coloca o recheio sobre o lado assado.... Como a primeira massa que eu fiz ficou bem torradinha, achei que fosse ficar um fiasco. Muito pelo contrario, O lado assado não encharca com o molho de tomate, mas ao mesmo tempo não fica duro, fica aquele crocante leve que quebra com facilidade. Um espetáculo. O outro lado legal de se virar a massa, é que permite que ambos os lados da pizza sejam assados adequadamente. É importante lembrar que, diferente de um forno de pizza, na churrasqueira o calor está muito concentrado em baixo, portanto se você não virar a massa, ela ficará crua por cima, e se você assar os dois lados antes de colocar o recheio, a massa vai ficar muito torrada.
A noite testei a idéia de virar a massa ao fazer no forno da cozinha (Sempre uso pedra refratária), e deu super certo. Ninguém mais fez o tradicional comentário: “está uma delícia, mas a massa poderia ter ficado um pouco mais...”
Revisão 1 (Fev 2011): Depois de umas tantas rodadas de pizzadas que organizei em SP e no sítio, percebi que para garantir boas pizzas do começo ao fim da noite é preciso manter a churrasqueira bem quente (não precisa parecer um incêndio). Portanto, é fundamental ficar de olho no carvão, e a cada tanto, adicionar mais carvão. Quando se assa a pizza na churrasqueira com aquela brasinha média, a massa fica dura por dentro
Revisão 2 (Fev 2011): A massa fina é mais difícil de manusear, porém, é a que fica mais gostosa. Eu prefiro massa "normal" quando vou a uma pizzaria, mas na churrasqueira (ou mesmo no forno de casa), é mais difícil fazer a massa grossa do que fazer a fina. Já tentei várias vezes, e nunca me convenceu...
Revisão 3 (Fev 2011): Para dar um aroma diferente você pode jogar um pedaço de lenha no fundo da churrasqueira, as em contato com a brasa. Vai levantar um pouco de fumaça, e dará um aroma levemente defumado a pizza. Fica bom. Geralmente é fácil encontrar lenha para lareira em postos de gasolina, e grandes supermercados.
Essa vai para o meu livro de receitas!
segunda-feira, 29 de março de 2010
Que terapia! fazer pizza com o filho de 4 anos
Ontem foi um dia especial. Meu filho de 4 anos preparou a sua primeira pizza sozinho, e a deu para o seu padrinho.
Eu dei a ele uma bolinha de massa, e ele abriu direitinho, depois colocou o molho, o queijo, um pouco de peito de perú, e champignon. Ficou ótima!
Claro que eu fui dando umas ajustadinhas aqui e ali, mas o merito foi todo dele!!!Que terapia! E tem gente que fala que fazer a massa dá trabalho.... Ah, ele também me ajudou a prepara a massa, misturando os ingredientes e sovando a massa.
Eu dei a ele uma bolinha de massa, e ele abriu direitinho, depois colocou o molho, o queijo, um pouco de peito de perú, e champignon. Ficou ótima!
Claro que eu fui dando umas ajustadinhas aqui e ali, mas o merito foi todo dele!!!Que terapia! E tem gente que fala que fazer a massa dá trabalho.... Ah, ele também me ajudou a prepara a massa, misturando os ingredientes e sovando a massa.
quinta-feira, 11 de março de 2010
O jeito mais rápido de gelar cerveja
Essa é manjada, mas alguém ainda não sabe, aí vai:
Em um isopor, balde, pia de lavanderia, ou qualque recipiente grande, coloque a cerveja no fundo e cubra de gelo. Até aqui, nenhuma novidade.
O pessoal do Mithbusters resolveu explorar cientificamente se os mitos de 1) colocar água, ou 2) colocar sal, realmente melhoravam o tempo de resfriamento.
indo direto ao resultado:
1o lugar: GELO + ÁGUA + SAL
A diferença foi surpeendente!
2o lugar: GELO + ÁGUA
E amargando o 3o lugar com um tempo de resfriamento bem inferior, SOMENTE GELO...
Se algum cético não acreditar, é só procurar o teste no Youtube
Em um isopor, balde, pia de lavanderia, ou qualque recipiente grande, coloque a cerveja no fundo e cubra de gelo. Até aqui, nenhuma novidade.
O pessoal do Mithbusters resolveu explorar cientificamente se os mitos de 1) colocar água, ou 2) colocar sal, realmente melhoravam o tempo de resfriamento.
indo direto ao resultado:
1o lugar: GELO + ÁGUA + SAL
A diferença foi surpeendente!
2o lugar: GELO + ÁGUA
E amargando o 3o lugar com um tempo de resfriamento bem inferior, SOMENTE GELO...
Se algum cético não acreditar, é só procurar o teste no Youtube
quarta-feira, 3 de março de 2010
Café descafeinado vs Cerveja sem alcool
Não sei se vocês já viram aquele programa do Discovery Channel chamado "Duelo Mortal", em que eles comparam feras totalmente diferentes por meio de uma simulação mecânica? por exemplo, eles analizam com seria o duelo entre um urso polar e um tigre dentes de sabre, e recriam os animais levando em consiração as particularidades de cada um deles.... Coisa de gringo, que não sabe o que fazer com tanta grana.
No meu capítulo "Duelo Mortal Fluido" decidi colocar, frente a frente, dois seres que inspiram pouca confiança das pessoas comuns: o Café Descafeinado versus a Cerveja Sem Alcool.
Minha mãe não bebe alcool, e o meu pai cortou recentemente. Por isso eles compram cerveja sem alcool. E já compraram várias marcas diferentes. Disparado no frente, a melhor, é se a menor sombra de dúvidas, a Coca Light. Não tem para ninguém. Cerveja sem alcool, ou caipirinha sem alcool, são como comparar o homem e o macaco. Tem muito em comum, mas, não são da mesma espécie.
Já o café descafeinado, na minha opinião, é uma ótima alternativa ao café. Especialmente a noite. Inclusive desafio os mais entendidos amadores a um teste cego. Quero ver identificar o descafeinado em meio a diferentes alternativas de café.
Agora, faz um teste cego entre cerveja com e sem alcool... Não precisa nem provar.....
No meu capítulo "Duelo Mortal Fluido" decidi colocar, frente a frente, dois seres que inspiram pouca confiança das pessoas comuns: o Café Descafeinado versus a Cerveja Sem Alcool.
Minha mãe não bebe alcool, e o meu pai cortou recentemente. Por isso eles compram cerveja sem alcool. E já compraram várias marcas diferentes. Disparado no frente, a melhor, é se a menor sombra de dúvidas, a Coca Light. Não tem para ninguém. Cerveja sem alcool, ou caipirinha sem alcool, são como comparar o homem e o macaco. Tem muito em comum, mas, não são da mesma espécie.
Já o café descafeinado, na minha opinião, é uma ótima alternativa ao café. Especialmente a noite. Inclusive desafio os mais entendidos amadores a um teste cego. Quero ver identificar o descafeinado em meio a diferentes alternativas de café.
Agora, faz um teste cego entre cerveja com e sem alcool... Não precisa nem provar.....
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Quando estiver viajando, não se esqueça de visitar o supermercado
Eu sempre que viajo aproveito para visitar supermercados. É uma forma interessante de ver as pessoas comuns e as particularidades de cada povo.
Visitei supermercados na Grécia, China, Inglaterra, Italia, Espanha, França, Estados Unidos, México, Peru, Venezuela, Argentina, Chile, Uruguai, e até na minha estada de 5 horas no Japão, acabei conhecendo uns mercadinhos em Narita.
Quando eu era criança, os artigos importados eram o máximo. Tênis, chicletes, pastas de dente, desodorantes, champus, bonés do Figment (dragão da Epcot Center), camisetas... Quem tinha, estava na crista da onda. Hoje, com a globalização, a coisa mudou bastante. Eu compro pasta Crest até no mercado do Pelé, no Cajuru do Sul, perto do meu sítio. Se você for a seção de limpeza ou higiene de um supermercado de bairro em Atenas, vai se sentir como no Pão de Açucar. As marcas são as mesmas... Na seção de alimentação é diferente.
Quando estávamos na China íamos todos os dias ao supermercado comprar o jantar. Tinham mais de 1 milhão de tipos de "cup noodles". Uma delícia. Em Santiago (eu fui todos os meses por 2 anos), eu ia tanto a um suermercado em Las Condes, que sempre tentavam me dar um cartão fidelidade. Comprava vinhos, frutas, molho ají, e todo o tipo de frutos do mar enlatados da marca Robbison Crusoe (almejas, locos, machas....). Em Atenas compramos muitos azeites, na Espanha, Açafrão e embutidos, e na Cidade do México já comprei todos os ingredientes para um banquete de tacos e burritos. E de Londres trouxe sal rosa do Himalaia.
Certa vez estavámos em NY com o Terra, um amigo que é atualmente uma das maiores autoridades em varejo no Brasil, e fomos a um Whole Food no início da Central Park West, ao lado do hotel Mandarin. Lá ele nos apresentou o azeite trufado. A poucas semanas atrás, o Rogério Fasano, em sua reportagem nas páginas amarelas da Veja, condenou o azeite trufado. Tudo bem, para alguém acostumados com os padrões da alta gastronomia, o azeite trufado pode ser o fim da picada. Para nós mortais, É UM SHOW!!!! Você colca poucas gotas e dá um colorido muito especial ao prato. E ainda pr cima custa relativamente barato.
Você faz um jantar em casa para os amigos, e quando eles perguntarem sobre aquele aroma tão interessante, você pode dizer: "Sim, você deve estar se referindo ao azeite de trufas negras que trouxe de NY"... Para tudo!!! É mais emocionante do que chegar no primeiro dia de aula com aquele tênis Reebok cano alto, na década de 80.
Visitei supermercados na Grécia, China, Inglaterra, Italia, Espanha, França, Estados Unidos, México, Peru, Venezuela, Argentina, Chile, Uruguai, e até na minha estada de 5 horas no Japão, acabei conhecendo uns mercadinhos em Narita.
Quando eu era criança, os artigos importados eram o máximo. Tênis, chicletes, pastas de dente, desodorantes, champus, bonés do Figment (dragão da Epcot Center), camisetas... Quem tinha, estava na crista da onda. Hoje, com a globalização, a coisa mudou bastante. Eu compro pasta Crest até no mercado do Pelé, no Cajuru do Sul, perto do meu sítio. Se você for a seção de limpeza ou higiene de um supermercado de bairro em Atenas, vai se sentir como no Pão de Açucar. As marcas são as mesmas... Na seção de alimentação é diferente.
Quando estávamos na China íamos todos os dias ao supermercado comprar o jantar. Tinham mais de 1 milhão de tipos de "cup noodles". Uma delícia. Em Santiago (eu fui todos os meses por 2 anos), eu ia tanto a um suermercado em Las Condes, que sempre tentavam me dar um cartão fidelidade. Comprava vinhos, frutas, molho ají, e todo o tipo de frutos do mar enlatados da marca Robbison Crusoe (almejas, locos, machas....). Em Atenas compramos muitos azeites, na Espanha, Açafrão e embutidos, e na Cidade do México já comprei todos os ingredientes para um banquete de tacos e burritos. E de Londres trouxe sal rosa do Himalaia.
Certa vez estavámos em NY com o Terra, um amigo que é atualmente uma das maiores autoridades em varejo no Brasil, e fomos a um Whole Food no início da Central Park West, ao lado do hotel Mandarin. Lá ele nos apresentou o azeite trufado. A poucas semanas atrás, o Rogério Fasano, em sua reportagem nas páginas amarelas da Veja, condenou o azeite trufado. Tudo bem, para alguém acostumados com os padrões da alta gastronomia, o azeite trufado pode ser o fim da picada. Para nós mortais, É UM SHOW!!!! Você colca poucas gotas e dá um colorido muito especial ao prato. E ainda pr cima custa relativamente barato.
Você faz um jantar em casa para os amigos, e quando eles perguntarem sobre aquele aroma tão interessante, você pode dizer: "Sim, você deve estar se referindo ao azeite de trufas negras que trouxe de NY"... Para tudo!!! É mais emocionante do que chegar no primeiro dia de aula com aquele tênis Reebok cano alto, na década de 80.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Quer achar uma receita? Procure no Youtube
Impressinante o que tem de receitas no Youtube.....
Técnicas variadas de churrasco
Picanha invertida
Pizzas de todos os tipos
Massas
Sopas
Molhos
e por ai vai.
Vejam algumas boas:
Churrasco gringo (o locutor é um show a parte)
http://www.youtube.com/watch?v=rt_yLN57E8Y
Dicas do Wessel:
http://www.youtube.com/watch?v=p0sHWVHL7yA
Picanha invertida (a melhor maneira de comer a gordura da carne)
http://www.youtube.com/watch?v=8XNKZNsdV84
Pizza diferente:
http://www.youtube.com/watch?v=S5AlWQN729I
Fora o que tem de programas de TV de todos os tipos.
Da próxima vez que estiver procurando alguma coisa diferente para preparar, visite o Youtube.
Técnicas variadas de churrasco
Picanha invertida
Pizzas de todos os tipos
Massas
Sopas
Molhos
e por ai vai.
Vejam algumas boas:
Churrasco gringo (o locutor é um show a parte)
http://www.youtube.com/watch?v=rt_yLN57E8Y
Dicas do Wessel:
http://www.youtube.com/watch?v=p0sHWVHL7yA
Picanha invertida (a melhor maneira de comer a gordura da carne)
http://www.youtube.com/watch?v=8XNKZNsdV84
Pizza diferente:
http://www.youtube.com/watch?v=S5AlWQN729I
Fora o que tem de programas de TV de todos os tipos.
Da próxima vez que estiver procurando alguma coisa diferente para preparar, visite o Youtube.
O jeito mais fácil de fazer pizza em casa
Eu definitivamente adoro fazer pizza.
Acho uma moleza fazer a massa, e ao contrário do que muita gente acha, na minha opinião, não dá trabalho (basta jogar os poucos ingredientes em uma vasilha e ficar amassando), é rápido (geralmente leva 10 minutos), e não suja (quando a massa alcança o ponto ideal, ela desgruda da mão). Fora isso, é uma baita terapia. Relaxa pacas!
Vou deixar para falar sobre a melhor forma de fazer pizza em casa em um próximo post. Agora vamos falar sobre o jeito mais FÁCIL.
Eu nunca gostei de pizza pronta, mas tenho que adimitir que as pizzas da Sadia e da Perdigão estão bem gostosas. Uma das formas mais interessantes que eu fiz foi no forninho elétrico de casa. Eu cortei a pizza em fatias para caber no forninho, e deu super certo. Muito bom mesmo. Aproveitei para jogar um pouco de manjericão fresco para ficar melhor ainda.
Outra forma legal de fazer é utilizando aquelas pedras para fazer pizza no forno. É melhor do que aquecer na forma de alumínio.
Agora, quer fazer bonito com a patroa e com os amigos?
Meu pai (que tem pouquíssima paciência para coisas mais elaboradas) um dia descobriu a pizza de frigideira. É um show! Super prática e muito gostosa. Apesar de indicar "frigideira", não leva uma gota de óleo.
Vende em QUALQUER SUPERMERCADO e custa super barato.
O processo é simples: Basta aquecer a frigideira em fogo baixo, colocar uma rodela de pizza para dar um bronze em cada lado (rapidíssimo), retirar para colocar o recheio como uma pizza normal (molho de tomate, queijo muzzarela e o que mais vier a telha), e voltar a frigideira para aquecer o recheio. Tampe a pizza com uma tampa de panela. O ponto ideal é quando o queijo estiver derretido. É muito rápido. Fique atento para não passar.
Essas pizzas são bem pequenas e finas, por isso não pode exagerar no rocheio. Bote pouco de cada que fica bom.
É um show e todo mundo participa, e o gosto é surpreendente. Bem divertido.
Comece pelo básico até dominar o assunto: Muzzarela, Marguerita, Catupiri. São a prova de erro.
Dica do molho:
Sem muita medida, coloque uns 4 tomates no liquidificador, acrescente um pouco de azeite, um dente de alho, um pouco de sal, e orégano. Bata rapidamente para ficar com consistência de molho e com pedacinhos de tomate. Vale a pena jogar o molho em um coador grande ou peneira para tirar o excesso de água.
Dica do queijo:
Compre um daqueles pacotes de queijo (tipo queijo prato) de muzzarela. Triture em um processador ou rale manualmente. Só isso.
Boa pizzada!
Acho uma moleza fazer a massa, e ao contrário do que muita gente acha, na minha opinião, não dá trabalho (basta jogar os poucos ingredientes em uma vasilha e ficar amassando), é rápido (geralmente leva 10 minutos), e não suja (quando a massa alcança o ponto ideal, ela desgruda da mão). Fora isso, é uma baita terapia. Relaxa pacas!
Vou deixar para falar sobre a melhor forma de fazer pizza em casa em um próximo post. Agora vamos falar sobre o jeito mais FÁCIL.
Eu nunca gostei de pizza pronta, mas tenho que adimitir que as pizzas da Sadia e da Perdigão estão bem gostosas. Uma das formas mais interessantes que eu fiz foi no forninho elétrico de casa. Eu cortei a pizza em fatias para caber no forninho, e deu super certo. Muito bom mesmo. Aproveitei para jogar um pouco de manjericão fresco para ficar melhor ainda.
Outra forma legal de fazer é utilizando aquelas pedras para fazer pizza no forno. É melhor do que aquecer na forma de alumínio.
Agora, quer fazer bonito com a patroa e com os amigos?
Meu pai (que tem pouquíssima paciência para coisas mais elaboradas) um dia descobriu a pizza de frigideira. É um show! Super prática e muito gostosa. Apesar de indicar "frigideira", não leva uma gota de óleo.
Vende em QUALQUER SUPERMERCADO e custa super barato.
O processo é simples: Basta aquecer a frigideira em fogo baixo, colocar uma rodela de pizza para dar um bronze em cada lado (rapidíssimo), retirar para colocar o recheio como uma pizza normal (molho de tomate, queijo muzzarela e o que mais vier a telha), e voltar a frigideira para aquecer o recheio. Tampe a pizza com uma tampa de panela. O ponto ideal é quando o queijo estiver derretido. É muito rápido. Fique atento para não passar.
Essas pizzas são bem pequenas e finas, por isso não pode exagerar no rocheio. Bote pouco de cada que fica bom.
É um show e todo mundo participa, e o gosto é surpreendente. Bem divertido.
Comece pelo básico até dominar o assunto: Muzzarela, Marguerita, Catupiri. São a prova de erro.
Dica do molho:
Sem muita medida, coloque uns 4 tomates no liquidificador, acrescente um pouco de azeite, um dente de alho, um pouco de sal, e orégano. Bata rapidamente para ficar com consistência de molho e com pedacinhos de tomate. Vale a pena jogar o molho em um coador grande ou peneira para tirar o excesso de água.
Dica do queijo:
Compre um daqueles pacotes de queijo (tipo queijo prato) de muzzarela. Triture em um processador ou rale manualmente. Só isso.
Boa pizzada!
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